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Americanos esperam inflação mais baixa, mas se preocupam com mercado de trabalho, diz Fed de NY
7 de novembro de 2025
Decisão da China de retomar compra de frango tem efeito imediato, dizem ministérios
7 de novembro de 2025
Published by on 7 de novembro de 2025
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A inflação no Brasil tem surpreendido para baixo nos últimos meses, em meio à valorização do real e à queda nos preços de alimentos e bens importados. Conforme apontou a XP Investimentos, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de outubro ficou levemente abaixo do esperado, com deflação em itens duráveis e alimentação. A média das medidas de núcleo, que excluem componentes mais voláteis, já entrou no intervalo de tolerância da meta.

No entanto, mesmo com a trégua inflacionária, o mercado de trabalho segue aquecido e as expectativas de preços continuam acima da meta. Por isso, segundo os analistas da XP, o Comitê de Política Monetária (Copom) deve adiar o início dos cortes na taxa básica de juros (Selic), atualmente em 15%, para março de 2026. Eles projetam seis reduções consecutivas de 0,50 ponto percentual, levando a Selic para 12% ao fim do ciclo.

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Em termos reais, a taxa ficaria em torno de 7,5%, ainda acima do juro neutro estimado em 5,5%. Para que a taxa básica possa se aproximar desse patamar, analistas da XP apontam que serão necessárias reformas fiscais mais profundas.

No câmbio, a projeção da corretora é de R$ 5,30 por dólar até o fim deste ano e R$ 5,50 em 2026, levando em conta o tom mais duro do Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) e os déficits em conta corrente.

Negociações comerciais e campo político

O ambiente externo, por sua vez, segue relativamente favorável a países emergentes. Nos Estados Unidos, o Fed cortou os juros duas vezes seguidas e pode reduzir novamente em dezembro, mesmo com as incertezas criadas pelo shutdown, que limitou a divulgação de dados econômicos. Os analistas avaliam que uma eventual retomada da inflação americana poderia atrasar esse movimento e valorizar o dólar no curto prazo.

As negociações comerciais entre Donald Trump, Xi Jinping e Lula também ajudaram a reduzir tensões no comércio global. Apesar do tarifaço imposto pelos Estados Unidos, o Brasil manteve bom desempenho nas exportações de commodities como café, minério de ferro e carnes. A produção agrícola deve continuar em alta nos próximos meses, sustentando o saldo da balança comercial.

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A XP revisou suas projeções e agora estima superávit de US$ 66,9 bilhões em 2025 e de US$ 69 bilhões em 2026, ante previsões anteriores de US$ 58,3 bilhões e US$ 62 bilhões, respectivamente. O Investimento Direto no País (IDP) também vem acima do esperado, com crescimento nas participações de capital.

No campo político, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ganhou força após a operação policial no Rio e o avanço da proposta que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. Os estrategistas observam que as medidas sociais e o aumento de investimentos públicos devem sustentar a demanda doméstica em 2025 e 2026, mesmo com a desaceleração da economia.

PIB e contas públicas

A corretora projeta crescimento de 2,1% no Produto Interno Bruto (PIB) em 2025 e 1,7% em 2026, puxado por crédito, renda e investimentos. O desemprego deve permanecer entre 5,5% e 6%, patamar considerado estável.

Nas contas públicas, o déficit do setor público consolidado, que inclui União, estados e estatais, deve alcançar R$ 61,8 bilhões (0,8% do PIB) neste ano e R$ 64,2 bilhões (0,5% do PIB) em 2026. A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) deve atingir 83,6% do PIB, enquanto a Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) deve ficar em 69,3%, pressionadas pelos juros altos e pelos subsídios.

A XP avalia que a redução do espaço para gastos discricionários exigirá ajustes fiscais a partir de 2027, especialmente na regra do limite de despesas.

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